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Como
parte da busca na linguagem corporal e gestual, o grupo viveu, durante
cinco anos, na Índia, pesquisando a Dança e Musica Clássica
"ODISSI", na qual se desenvolve uma depurada técnica
gestual e corporal a através de séculos.
Na área pedagógica,
em conjunto com a ONG "Rede Osuwela", o grupo introduziu, em
Moçambique, a arte dramática integrada ao ensino básico,
desenvolvendo-a em diferentes direções e elaborando módulos
pedagógicos.
Na área da
comunicação popular, Locômbia tem uma interessante
experiência de trabalho em comunidades rurais e urbanas: baseada
numa visão teatral, apóia as comunidades no processo de
encontrar os seus próprios valores, projetando as suas necessidades
na representação teatral. O grupo tem dado apoio a ONGs
como Care, Amassi, Osuwela e outras.
O grupo oferece:
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Espetáculos:
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| Oficinas: |
- ODISSI,
Dança Clássica da Índia;
- Mímica
e teatro não verbal para crianças, adolescentes e
adultos nas quais podem evocar temas específicos para um trabalho
comunitário;
- Criatividade
manual e manipulação de fantoches e pernas de pau
para crianças e adolescentes;
- Origami
para crianças e jovens, também como labora-terapia em
empresas.
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Maha
Baraha
O espetáculo
Maha Baraha foi inspirado na Mitologia Hindu, na qual a Criação,
a Preservação e a Destruição se combinam
para criar a harmonia no Universo.
Conta-se a historia
maravilhosa de um encantador de serpentes (representando o demônio
Hiranakio) que rouba o mundo da sua protetora, a Mãe Terra.
Logo o demônio
faz maldade e submerge o mundo no fundo do oceano. Para salvar a
humanidade, a Mãe Terra invoca Maha Baraha, deusa que aparece
em forma de javali e procura o encantador de serpentes em diferentes
submundos, que luta contra ele com seus poderes mágicos ate
vencê-lo. Desce até o fundo do oceano, recuperando
o que sobra do Mundo e devolve-o á flor de lótus da
Criação.
O grupo combina
Teatro não verbal, Mascaras indianas da técnica Chow
Dance, Mímica, Dança Clássica "Odissi"
da Índia, bonecos e origami com música ao vivo, feita
com percussão, saxofone e clarineta.
Espetáculo
dirigido a "crianças" de 6 a 120 anos
Duração: 50 minutos
Espaço requerido: Teatro palco Italiano com, pelo
menos 7m x 7m de comprimento
Necessidades técnicas: uma mesa, flores frescas, água
mineral para os atores
Encenação: Orlando Moreno e Beatriz Brooks
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Compassos
em Silêncio
Esta peça
foi inspirada nos encontros e desencontros da vida cotidiana, os
quais são enfrentados de uma maneira poética, trágica
e cômica.
Através
das Mímicas de "Compassos em Silêncio", o
grupo desenvolve um teatro sem palavras, utilizando uma linguagem
não verbal e corporal com música ao vivo (Saxofone,
clarineta e percussão) enriquecido com Máscaras, Origami
e alguns objetos.
O grupo criou sua própria Dramaturgia, na qual evoca diferentes
temas da vida cotidiana, como o matrimônio, a indiferença,
a solidão, a guerra e a morte.
De uma forma
lírica e com técnicas de mímica, acrobacia,
clown e interação com o publico, o grupo convida o
público a cuidar do mundo e a refletir nos "Compassos
em Silêncios" que nos acompanham dia-a-dia. A música
ao vivo faz o fio condutor nas histórias.
Dirigido
ao público em geral
Duração: 60 minutos
Espaço requerido: Teatro com palco italiano ou espaços
não convencionais
Necessidades técnicas: uma mesa, três cadeiras
e água mineral para os atores
Encenação: Orlando Moreno e Beatriz Brooks
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ODISSI
A Dança
Odissi é originária da região de Orissa, situada
ao nordeste da Índia. Faz parte do Culto ao Deus negro Jagannath,
sendo uma representação de Vishnu, Deus que preserva.
As bailarinas
do Templo, chamadas de "Maharis" ou "Devadasis",
eram jovens que consagravam suas vidas ao Deus e ao rito cerimonial,
sendo treinadas pelo Guru ou Mestre do templo na tradição
sagrada de contar historias da Mitologia Hindu através da
expressão corporal e um rico vocabulário de gestos.
Odissi tem um
caráter espiritual e estético, relembrando a simbologia
da Yoga e a Meditação em que se busca a união
entre a mente e o corpo para liberar o espírito. A característica
principal da dança é o Tribangui, correspondente a
três dobras do corpo (na cabeça, no tronco e nos joelhos),
formando sempre um triângulo com o corpo do bailarino, relembrando
a linha sinuosa da estatuária em pedra dos templos hinduístas.
Combina-se a expressão dramática com uma refinada
e sensual estilização de movimentos corporais suaves
e fortes, busca despertar emoções no espectador.
A Música
e a Dança estão intimamente ligadas de tal maneira
que a percussão feita pelo Mardala (tambor melódico
próprio da dança) acompanha cada um dos movimentos
da Dançarina, marcando o ritmo.
Em nossa apresentação
fazemos um ritual de oferecimento conservando as tradições
da região de Orissa. Mostramos cinco danças do repertório
clássico, algumas delas executadas com musica gravada original
e outras acompanhadas do tambor ao vivo.
Dirigido
ao público em geral
Duração: 60 minutos
Espaço requerido: 5m x 5m
Necessidades técnicas: Aparelho de som com CD e toca
fita, Flores, Um ajudante para a montagem do cenário
Encenação: Orlando Moreno e Beatriz Brooks
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